Novo nome para o estádio?
Novo nome para o Estádio?
Neste momento, já todas as pessoas sabem que o Benfica vai leiloar o nome do estádio da luz para garantir mais uma receita milionária, devo dizer que quando ouvi tal notícia pensei, "sacanas, vão-se encher de guita à pala disto", mas quanto mais penso nisso mais ideias idiotas me assaltam o cérebro, sobre qual poderá ser o novo nome do estádio.Como toda a gente imagina pensei primeiro, Estádio Nike ou então Estádio Adidas, mas pode vir a ser também o Estádio Ikea, ou, Estádio Starbucks.Tendo como base este raciocínio deixo aqui uma pequena lista de nomes possíveis para o novo estádio:
-Estádio Bom Petisco
-Estádio Bimbo
-Estádio Mini Preço
-Estádio Lindor
-Estádio Rádio Popular
-Estádio UPS
-Estádio Sonasol
-Estádio Ribeiralves
-Estádio Evax
-Estádio Dom Algodon
-Estádio Martini
-Estádio Sicasal
-Estádio Bolacha Maria
-Estádio OB
-Estádio Heinz
-Estádio Chiquilin
-Estádio Golden American
-Estádio Panrico
-Estádio Mimosa
-Estádio Camping Gaz
-Estádio Licor Beirão
-Estádio Coca-Cola
Nunca tinham pensado nisto, pois não? Agora podem continuar a pensar!!
Mumbileca e Furúlia
Dois bébés nascem num banco na estação de comboios da reboleira ás 23 horas de abril em 1991, são meninas e gémeas idênticas.
Sua mãe, Marilia, menor de idade, pobre habitante de um bairro de lata da damaia escondeu a gravidez de seu pai, mãe, primos, vizinhos e da garrafa de aguardente de cana(amante do pai), com medo de levar porrada de seu pai, mãe, primos, vizinhos e garrafa de aguardente de cana, cambaleia furtivamente encostada às paredes irregulares do bairro em direcção à estação de comboios com o intuito de se afastar o mais longe possível da damaia, pois já sentia dores de parto. Passados 50 segundos de ter apanhado o comboio, chegou a um sitio onde nunca tinha estado antes em toda a sua vida, A REBOLEIRA.
Marilia ficou boquiaberta com as dores de parto e em sofrimento por nunca ter pensado que havia um grande mundo fora da damaia chamado REBOLEIRA, Marilia queria entrar naquele mundo novo rápidamente e começar a vida novamente mas, só conseguiu dar 4 passos em direcção a um banco da estação, e aí nasceram Mumbileca e Furúlia.
Sem saber o que fazer pegou nas duas e andou decidida a descobrir a reboleira, para saber se podia ali viver com suas filhas. Cruzou-se com um senhor na rua e perguntou-lhe se ali havia um minipreço, pois para ela isso era sinal que ali podia arriscar viver, o senhor respondeu-lhe numa língua estranha da qual ela só pontualmente percebia uma palavra ou outra, lembrou-lhe uma conversa que a saudosa avó Jóséfa tinha tido com ela quando era mais nova sobre umas pessoas que eram diferentes deles e que se chamavam portugueses e viviam em Portugal, Àfrica do Sul, França e Venezuela.Logo se empolgou pensando, será que estou em França? Mas logo uma imensa saudade do seu país damaia a assaltou fazendo que as suas pernas pesassem mais de 200 quilos e como tal, mal se podia mexer, pensou, "tenho de voltar mas ninguém pode saber das minhas filhas, o que faço?" Decidiu que pelo menos uma das filhas podia ter melhor hipótese de viver ali, em França, apertou Furúlia de encontro seu peito e escreveu no bilhete de comboio o nome da filha e, deixou-a nas escadas de uma barraca muito, muito alta e direita com muitas janelas e uma bela porta de alumínio, sem olhar para trás, com os olhos cheios de água apanhou o comboio de volta para seu país com Mumbileca nos braços, decidida a deixá-la à porta da casa do senhor Dois Pão o habitante mais rico da zona, pelo menos assim podia ir olhando para sua filha e vê-la crescer ao longe...
Quero um colete reflector só para mim!!
Devo dizer que a orientação escolar falhou, os meus pais erraram, em suma
eu falhei!!Todas as pessoas me diziam:
"tira um curso" "vai para a universidade" ou,
"tira um curso e vai para a universidade", ou ainda,
"curso para vai um universidade e tira" e eu, feito estupido fui!
Só de pensar que hoje podia ter uma profissão de futuro e andar na moda em simultâneo, "ai ai" (suspiro).
Quero ir para as obras, quero ser homem do lixo, quero ter um trabalho de homem macho e usar colete reflector, não quero invejar mais quem os usa, não quero olhar e vê-los a trabalhar com júbilo por estarem na moda e a acartar baldes de massa ou despejar caixotes do lixo e ter gajas a mandarem-lhes piropos do tipo:
"Ó grosso, vem aqui fazer-me a reciclagem", ou,
" Ó bom monta-me aqui o andaime se queres ver..."Mas eu agora já tenho profissão... estou desolado...sinto-me..triste. O que fazer?.... Bem, vou comprar um colete reflector e pô-lo no banco do meu carro, pode ser que resulte!
Entre o céu e a terra só há aviões!
Entre o céu e a terra só há aviões!
só há aviões Entre o céu e a terra!
há o céu só Entre a terra e aviões!
Free MAMADU
MAMADU não era português, não sabia uma palavra de Português, nem sequer sabia onde no mundo ficava Portugal, desconhecia por completo as nossas tradições e rituais, era pois, da Baixa da Banheira!
Trabalhador. Esforçado. Responsável. Atento.
Eram estas as qualidades que todos os outros traficantes, burlões, larápios, violadores, enfim, todos os seus amigos lhe imputavam.
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O Mamadu já me salvou e à minha família de grandes males" grita Bujumbura Lopes em pleno tribunal.
TAC TAC TAC ouve-se do pulpito do juiz de intrução criminal, que vestido a rigor de sevilhana praticava um passinho de dança ao som da dentadura do mais antigo escrivão do sistema judicial português que sofria de Parkinson(há quem diga que trabalhou directamente com o Paulo Portas, e que já nessa altura batia castanholas e o "paulinho" batia palminhas e abanava a anca ao ritmo).
"
Deixem o Mamadu Jogar" gritou um jovem vestido da cabeça ao pés de vermelho, que enganado entrou no tribunal por ter confundido a claque com a maralha que entrava aos tropeções na sala, reparando rápidamente nos olhares espantados e furiosos da família de Mamadu, levantou-se e mudou para o outro lado da sala de tribunal pensando "
sou mesmo estúpido fui-me sentar na claque adversária".
O julgamento ia correndo devagar, devagarinho e o semblante de Mamadu ia descaindo(como uma máscara de cera na praia) à medida que o rol de acusações se empilhava no pulpito do juiz.
Como que num jogo de futebol o advogado de defesa de Mamadu ao passar pelo advogado de acusação, deixa a perna direita para trás e estatela-se no chão com os braços esticados para o ar.
"
Pénalti" "É Penalti shôr arbitro" "É escandaloso", ouviu-se pela sala onde a assistência levantada de seus lugares gesticulavam, apontando para o advogado no chão a rebolar de um lado para o outro agarrado à perna esquerda. O juiz apanhado de surpresa(de combinação) sem saber o que fazer levantou-se com o martelinho na mão e olhou de relance para o juri para saber se havia fora de jogo, e marcou penalti.
Os ânimos exaltaram-se e o advogado de acusação com as mãos atrás das costas encostou a testa à do juiz e no meio da confusão alguém atingiu o juiz no estômago.
Quando a poeira assentou, Svetlana guguerich, emigrante de leste aspirou o chão, e Mamadu tinha desaparecido.
Nasce BOLINHAS!
Era uma vez um bairro de lata na damaia repleto de belas e típicas barraquinhas...foi neste ambiente familiar e livre que BOLINHAS nasceu, mais própriamente entre o café PIPI (antro típico de todos os traficantes de armas e drogas da linha de Sintra) e a barraca do patriarca da família mais antiga do bairro, o sr. DOISPÃO ( que embora tivesse 31 filhos e sobrinhos, sempre que assaltava o maxi-grula lá da zona berrava a plenos pulmões "Eu quérro dois pão").
O pai de bolinhas era um homem trabalhador e sério, saía de casa às 03:30 e voltava sempre ás 03:32 com os bolsos cheios de notas dobradas em quatro e com um cheiro que fazia lembrar a Serra Leoa em mil nove sessenta e sete (qual era a sua profissão ninguém sabia, nem os filhos, nem dona Matumba Silva (sua dama).
A casa de BOLINHAS era invejada por todos os excelsos habitantes do bairro, e havia razões para isso, era a melhor e maior barraca no alto da colina foi a primeira barraca a estar equipada com cabo (de aço) e tinha vista para as silvas.
Ren and Stimpy
...lembram-se?? Não havia melhor maneira de ressacar ao sábado(10 da manhã) era certinho, com ou sem coordenação de movimentos, com ou sem espasmos estomacais conseguia sempre chegar à sala a tempo de ver o stimpy a dar o "salto para dentro do meu umbigo" ou o ren(com as veias na fronte a pulsarem como gelatina, de boleia num UMM) a espetar um chapadão na bochecha do stimpy que tinha acabado de beber leite de yak directamente da teta de um yak macho.
Onde é que eles andam?
Na sic radical a falarem em estrangeiro?
Que tal manter aquela dobragem fabulosa em português, e voltar a passar a série na sic por volta das 4:40 da manhã? é que assim dá tempo de sair do incógnito bêbado, demorar cerca de 10 minutos para acertar com a chave na porta e subir as escadas de gatas e chegar a casa naquela altura do arroto alcoólico...é bem mais agradável do que o espasmo com espirais no Wc!
querem-nos MATAR!!
Tenho um terrivel problema... gosto de televisão, quando estou lucido e activo ou então encará-la como um cérebro substituto quando o nosso não quer fazer nenhum, o chamado
No Brain, No Pain. Fica-se a olhar para um quadrado fixo no espaço com uma expressão muito utilizada nos filmes do Dario Argento, e com o incontornável fio de baba no canto da boca(resultados comprovados após 2 horas de tv nacional), ou, com a camisola com o aspecto que saiu de uma festa da espuma à 30 segundos, já com várias gerações de baba(ahh,esta manchinha foi a ver a jovem agente secreta a mandar pontapés na boca dos "maus", ahhh que saudade, ainda se vê a mancha que parece o continente africano daquela tarde em que comecei a ver o "
Às duas por Três" e quando dei por mim eram sete e meia da tarde e estava a subir a um escadote e a tentar fazer um nó de gravata com uma corda de um barco de pesca, preso ao candeeiro de pé na sala).